Força Municipal supera 12 mil abordagens e 1,1 mil prisões e conduções em cinco meses no Rio

A atuação da Força Municipal ganhou novos números nesta terça-feira (25), com a divulgação do balanço dos primeiros cinco meses de patrulhamento nas ruas do Rio. Desde o início das operações, a Divisão de Elite da Guarda Municipal realizou mais de 12 mil abordagens e contabilizou 1.126 prisões e conduções de suspeitos às delegacias.

Os dados foram apresentados durante uma reunião do CompStat Rio, sistema utilizado pela Prefeitura para acompanhar indicadores e orientar as estratégias de segurança na cidade.

Além das prisões e conduções, os agentes recuperaram ou apreenderam 254 aparelhos celulares e 227 motocicletas. As equipes também retiraram de circulação uma pistola, 17 réplicas de armas de fogo e 70 armas brancas. Ao longo do período, ainda foram cumpridos 27 mandados de prisão. (Prefeitura RJ)

A expansão mais recente aconteceu na Freguesia e em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste, onde o patrulhamento começou em agosto. Com a inclusão da região, a Força Municipal passou a atuar em 13 perímetros considerados estratégicos da capital. A escolha das áreas leva em conta, entre outros fatores, a concentração de ocorrências de roubos e furtos.

Veja os 13 perímetros onde a Força Municipal atua

  • Jardim de Alah;
  • Rodoviária do Rio, Terminal Gentileza e Estação Leopoldina;
  • Avenida Presidente Vargas, Campo de Santana, Central do Brasil e Cinelândia;
  • Campo Grande, entre a Estação de Trem e o Calçadão;
  • São Francisco Xavier e Afonso Pena;
  • Rua Lauro Müller, Rua General Severiano e Avenida Venceslau Brás;
  • Metrô Botafogo, Rua São Clemente e Rua Voluntários da Pátria;
  • Praia de Botafogo e Rua Marquês de Abrantes;
  • Bangu, entre o Calçadão e o Bangu Shopping;
  • Estação Méier e Cachambi;
  • Terminal Jardim Oceânico e Praça do Ó;
  • Avenida Ayrton Senna e Avenida das Américas;
  • Freguesia e Jacarepaguá.

Segundo a Prefeitura, o modelo adotado combina policiamento ostensivo e preventivo. A distribuição do efetivo e os horários das operações são definidos a partir da análise de dados estatísticos e das chamadas manchas criminais, com prioridade para pontos onde há maior incidência de roubos e furtos.

A estratégia permite que as equipes sejam deslocadas conforme a dinâmica das ocorrências registradas em cada região, concentrando o patrulhamento nos locais considerados mais vulneráveis.

A Força Municipal iniciou o patrulhamento em 15 de março de 2026. Em junho, quando completava cerca de três meses nas ruas, o balanço apontava 731 prisões e mais de 5,4 mil abordagens, mostrando crescimento das ações nos meses seguintes.

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Wallace Oliveira
3 min de leitura