Gerentes da venda de drogas determinaram, em grupo no WhatsApp, execução por ter tirado foto não autorizada por criminosos, mas Breno Diniz foi contra.

Às 12h40 de 13 de outubro do ano passado, uma mensagem chamou a atenção no grupo de gerentes da boca de fumo da Cidade de Deus: “Quem sabe quem é esse cara aí?”. O homem desconhecido havia tirado uma foto não autorizada pelo tráfico na comunidade e passou a ser procurado pelos criminosos nas vielas. Um deles era Breno Barbosa Diniz, de 24 anos, filho do sargento da Polícia Militar Francisco (nome fictício) — que procura o corpo do filho há dois meses, desde que ele desapareceu na favela. “Qual foi desse maluco? Vai entrar na porrada”, disse o rapaz.

